Míssil R-27 AA-10 Alamo

História

O requerimento do K-27, que viria a se tornar R-27, foi lançado em 1973, o objetivo era desenvolver um míssil superior em alguns aspectos ao americano AIM-7F Sparrow, a URSS teve acesso a um míssil AIM-7 do Vietnã. O “K” é usado para mísseis em fase de desenvolvimento e o “R” para mísseis operacionais. O Alamo recebeu a designação “-27” pois seria a arma principal do Su-27 e outros caças com capacidade “look-down/shoot-down” como o MiG-29 ou antigos caças modernizados como o MiG-21 e MiG-23.

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R-24 em primeiro plano vs R-27 em segundo plano

O R-27 é uma evolução do míssil R-24. O desenvolvimento foi iniciado em 1974. Foram duas propostas, da Vympel e Molniya. O K-27 da Vympel seria um projeto modular com duas versões base: K-27 pesando 250kg para o Mig-29 e o K-27E (energético) pesando  350kg e maior alcance para o Su-27, as duas verões deveriam usar diferentes tipos de seekers (buscadores) intercambiáveis, o desenvolvimento conjunto de duas versões de um mesmo míssil visava diminuir o trabalho global. A versão K-27E deveria entregar ao Su-27 um conjunto superior ao formado pelo F-15 equipado com o AIM-7 Sparrow. A versão de teste K-27 (izdeliye 470) realizou o primeiro lançamento em 1979 através de um Mig-23ML. No inicio da década de 80 a Vympel foi selecionada. Após a entrada em produção o míssil foi redesignado R-27 (R de raketa).

Hoje, o R-27 é o míssil ar-ar de médio alcance primário da Rússia. Desde 1983, a Artem localizada em Kiev, Ucrânia, fabrica todos as versões do R-27, não existe mais produção em território russo.

Descrição

O R-27 foi projetado para engajar alvos aéreos manobráveis (tripulados e não tripulados, helicópteros …) em qualquer tempo, voando até 10km abaixo ou acima da aeronave interceptadora e na presença de interferência. Pode ser empregado individualmente ou em salva. O alvo pode estar voando a até 3.500km/h, entre uma altitude de 20 metros a 30 mil metros e manobrando a até 8 g (5,5 g em algumas versões).

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Su-27 russo fotografado com uma carga de 2 R-27ER e 2 R-27ET. Ainda é comum ver o R-27 como a principal arma BVR em aeronaves russas.

A velocidade do míssil varia entre Mach 2.5 a Mach 4.5. A alta velocidade deve garantir a destruição rápida do alvo, apesar de todos os mísseis atuais serem bem rápidos. Pode ser disparado de uma velocidade entre Mach 0.6 a Mach 2,25. Originalmente o R-27 utiliza uma espoleta por impacto ou de proximidade por radar-ativo com uma ogiva 9E-1022 de 39kg e raio letal de 11,5 metros.

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Mig-29 alemão disparando um R-27R

O R-27 possui uma construção modular com uma secção média com “barbatanas” de controle, piloto automático, fonte de alimentação, fusível e ogiva; a secção traseira acomoda o motor (padrão ou energético) e as asas; além de várias secções frontais com seekers (buscadores) diferentes (radar semi-ativo, radar passivo, IR…).

 

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A modulariadade do R-27 é sua principal característica

A novidade desses mísseis é a configuração aerodinâmica com barbatanas “borboletas” (mais larga na ponta e fina na base) que diminui o arrasto em grandes ângulos de ataque e aumenta a manobrabilidade na fase terminal. O míssil é lançado pelos trilhos APU-470 ou pela unidade de ejeção AKU-470 (menos as versões com seeker IR).

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Su-27: os R-27R/ER podem ser instalados nos pontos 1, 2, 3, 4, 9 e 10. Os R-27T/ET nos pontos 3 e 4.
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Trilho e unidade de ejeção

O peso, envergadura das superfícies de controle “borboleta” e comprimento da série energética do R-27 limita a carga do Su-27 a um número máximo de seis mísseis, a carga padrão é de 4 R-27R/ER mais 2 R-27T/ET. O Su-35 pode transportar até 8 R-27. O Mig-29 originalmente só podia transportar apenas 2 R-27R.

Versões

As duas primeiras versões oficialmente aceitas em 1987 (embora em produção desde 1983) foram o R-27R com radar semi-ativo (SARH) e R-27T com seeker infravermelho (IR). A versão energética “E” foi oficialmente aceita em 1990, possui uma nova secção traseira com um motor de pulso-duplo.

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R-27R (izdeliye 470-1; designado R-27R1 para exportação; OTAN: AA-10A Alamo) possui um sistema de guiamento combinado; navegação inercial com atualização de meio-curso por radio correção nos primeiros 30s de voo (cerca de 70% do tempo de voo), e um seeker com radar semi-ativo Agat 9B-1101K na fase terminal (requer a iluminação continua do alvo pelo radar do caça), o radar opera na banda J (10-20 GHz) e varre um ângulo de ±50°. O aquecimento dos sistemas internos começa 2 minutos antes do lançamento. Depois que o míssil está aquecido ele pode ser ativado, que requer mais 5,5 segundos adicionais. O datalink para correção de voo é codificado no sinal de radar e não pode ser decodificado pela versão com seeker IR. O seeker pode travar um alvo do tamanho de um caça (RCS 3m²) a 25km de distância. O míssil tem trajetória direta e não balística (loft) com um alcance máximo de 60km.

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R-27R AA-10A Alamo

R-27T (izdeliye 470-3; designado R-27T1 para exportação; OTAN: AA-10B Alamo) diferentemente do R-27R, esta versão usa um seeker com sensor passivo infravermelho Geofizika 36T “all-aspect“, operando no infravermelho médio, com ângulo de varredura de ±55° e arrefecido com nitrogênio líquido de alta pressão transportado pelo trilho APU-470 que permite 3h de operação continua, após as 3h o sensor IR irá perder desempenho. O sensor pode ser apontado pelo radar e pelo IRST do MiG-29 e Su-27, mas não é usado com a mira montada no capacete (HMS). Não requer o procedimento de lançamento complicado do R-27R. Enquanto o R-27T é tecnicamente um míssil BVR numa perspectiva do alcance máximo cinemática, em termos práticos é limitado ao âmbito do alcance visual (WVR). Este míssil mantem a orientação inercial mas não possui atualização de meio-curso, o lançamento só ocorre após o seeker travar no alvo antes do lançamento (LOBL). Existe a possibilidade do piloto efetuar o disparo sem travar no alvo, neste caso o mesmo deve apontar a aeronave em direção ao alvo e disparar o R-27T que irá adquirir a primeira fonte de calor que aparecer, logicamente o alvo não deve mudar a direção de seu deslocamento, é uma condição com eficácia mínima contra alvos distantes. O seeker consegue travar em um alvo entre 15km e 80km, dependendo das condições. Via de regra, o alcance de aquisição é de até 15km contra alvos frios de frente, 25km em pós-combustão; contra alvos de cauda, pode engajar em 40km, 80km em pós-combustão. O alcance máximo é de 50km, mas depende de fato do travamento no alvo pelo seeker IR antes do lançamento.

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R-27T AA-10B Alamo

R-27E (Energeticheskaya; energético), foi aceito em 1990, possui uma nova secção traseira com um motor de pulso-duplo. A nova secção possui 2,20m de comprimento e 260mm de diâmetro (o R-27 padrão possui um motor de pulso-único com secção traseira de 1,5m de comprimento e 230mm de diâmetro). O combustível disponível dobrou (140 kg) e o desempenho cinemático foi aumentado em 60%, graças a trajetória “loft” e ao novo motor. O motor mais potente do R-27E fornece um aumento no alcance e velocidade do míssil, este último é essencial para obter-se uma vantagem tática em combate sobre o US AIM-7 Sparrow. Em caso de um lançamento simultâneo com os misseis R-27E e Sparrow em uma trajetória frente a frente, o mais rápido R-27E irá atingir seu alvo primeiro. Como resultado, o caça inimigo, após ser destruído, irá cessar a iluminação do alvo para o Sparrow, levando a uma orientação falha para o míssil que assim como o R-27 e seu seeker com radar semi-ativo necessita de uma iluminação constante do radar do caça sobre o alvo. O R-27E se divide em duas sub-variantes:

  • R-27ER (izdeliye 470-1E; R-27ER1 para exportação; OTAN : AA-10C Alamo) com radar semi-ativo.
  • R-27ET (izdeliye 470-3E; R-27ET1 para exportação; OTAN: AA-10D Alamo) com seeker IR.

Inicialmente equipado com o mesmo sensor Geofizika 36T do R-27T, o R-27ET foi melhorado com novo Arsenal MK-80M, o mesmo do míssil R-73M, com capacidade de até 60 graus “off-boresight”. Esta versão pode ser usada com a mira montada no capacete (HMS), mas continua sem atualização de meio-curso e dependendo de um travamento no alvo antes do lançamento.

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R-27ER vs R-27R vs R-73

R-27P (Passivnaya, passivo; izdeliye 470-4; R-27P1 para exportação; OTAN: AA-10E Alamo ) é a terceira variante em termos de guiamento, vem equipada com o radar passivo banda-X PRGS-27 (9B-1032) da TsKBA em Omsk, o mesmo e baseado no sensor L-111 do Kh-31P. Operando em ondas centimétricas, o seeker guia o míssil através das emissões de radares da aeronave inimiga. O seeker é capaz de adquirir o alvo a uma distância de até 200km, mas o alcance do míssil é limitado pelo pequeno tempo de duração das baterias. O alcance mínimo é de 2-3km e o máximo é de 72km, o alvo não deve manobrar a mais de 5,5 g devido a limitações do sensor. Esta variante possui como claro objetivo aeronaves de guerra eletrônica e AWACS que possuem forte emissão e baixa manobrabilidade. Com guiamento passivo o inimigo não tem alerta do disparo. O primeiro teste do R-27P foi em 1984 com disparo a partir de um MiG-29. Em 1987, o R-27P foi adotado pela URSS sendo produzido por curto período até 1991 pela Artem ucraniana, a produção continuou mas em uma escala reduzida, por exemplo, até 2001, a TsKBA tinha entregue 220 seekers 9B-1032 para a Artem.

  • R-27EP (izdeliye 470-4E; R-27PE1 para exportação) é a versão com o motor “energético” e alcance de até 110km. Disponível para exportação desde 2004.

K-27EA (izdeliye 470-2E) foi testado durante 1987-89, mas não foi produzido em série. O K-27EA utilizava um seeker com radar-ativo ARGS-27 (9B-1103). Os resultados desta pesquisa são atualmente utilizados nos últimos R-77M e R-37M; ambos têm buscadores provenientes do 9B-1103. O programa K-27EA tinha sido oficialmente cancelado juntamente com o sensor 9B-1103, dado o desempenho superior do míssil R-77, porém a Ucrânia tem produzido para exportação, um novo sensor de radar ativo/passivo apropriado para qualquer variante anterior, estando disponível desde 2013. O alcance máximo do K-27EA seria de 130km.

K-27EM (Morskaya, mar) é uma versão especial do R-27 revelada em 1992. Seria usada para interceptação de longo alcance contra alvos voando baixo sobre a água, como os mísseis Tomahawk e Harpoon. Foi projetado para ser usado nos caças embarcados Su-33 e Mig-29K. Teria versões com guiamento por radar semi-ativo (RGS-31) e IR e motor mais largo. Esta versão tem capacidade de disparo balístico (loft) com alcance cinético de 170km. O projeto foi abandonado em 1991 antes do início dos testes.

– Ficha técnica:

Versão R-27R R-27T R-27ER R-27ET R-27P R-27EP
Entrada em Serviço 1986 1986 1990 1990 1987  1990
Comprimento 4,08 m 3,79 m 4,78 m 4,49 m 4,00 m 4,70 m
Diâmetro do corpo 0,23 m 0,23 m 0,26 m 0,26 m 0,23 m 0,26 m
Envergadura do canard 0,972 m 0,972m 0,972 m 0,972m  0,972m 0,972m
Força g do alvo 8 8 8 8 5,5 5,5
Peso 253 kg 245 kg 354 kg 347 kg  248 kg 346 kg
Sensor Radar semi-ativo IR passivo Radar semi-ativo IR passivo Radar passivo Radar passivo
Alcance * 60 km 50 km 95 km 90 km 72 km 110km

∗ Obs: O alcance balístico máximo divulgado não corresponde as condições reais de combate. O alcance de fato vai depender da altitude, velocidade e direção do alvo e da aeronave interceptadora. Por exemplo, o míssil R-27ER possui alcance máximo balístico divulgado de 95km, mas de fato será de 60km com o alvo e interceptador voando em aproximação a 900km/h, numa altitude de 10 mil metros; 30km com o alvo afastando-se.  A 5km de altitude nas mesmas condições o alcance é de 40km com o alvo em aproximação e 18km afastando-se. A 1km de altitude temos 26km e 10km respectivamente. As limitações do seeker também devem ser levadas em consideração. Por exemplo, o R-27T/ET só trava no alvo antes do lançamento, dessa forma o alcance será limitado ao alcance do seeker. A manobrabilidade do alvo e suas contramedidas eletrônicas como jammers diminuem ainda mais o alcance real do míssil – fatores que dizem respeito a todos os mísseis.

Ucrânia vs Rússia

Após o conflito entre Rússia e Ucrânia em 2014 que culminou com a invasão da Crimeia por tropas russas, a Rússia agora está com dificuldades para substituir os mísseis que expiraram ou foram usados em combate. O R-27 ainda é o míssil ar-ar em maior número no inventário russo. Desde 1983, a Artem localizada em Kiev, Ucrânia, fabrica todos as versões do R-27, não existe mais produção em território russo.

Na Ucrânia estão localizadas varias plantas que produzem componentes do R-27. A planta Artem produz os próprios mísseis. A empresa que fabrica o seeker 9B-1101K, a Radionix em Kiev, recentemente propôs seu próprio seeker de radar ativo Onyx para o R-27. Em outubro de 2014, a fábrica química ucraniana em Shostka lançou a produção de ogivas 9E-1023 para os mísseis R-27. 

A ucraniana Arsenal em 2006 apresentou o seeker IR MM-2000 para os mísseis R-27T/ET e em 2012 o MR-2000. Por fim, a Arsenal desenvolveu o seeker IR A3-10 (uma versão ampliada do seeker do míssil R-74M) para o R-27. A Arsenal alega que seu seeker é mais capaz que o seeker IR soviético 36T, possui um alcance de até 30km contra um alvo de frente e 100km contra um alvo de cauda, ambos em pós-combustão. Dois projetos ucranianos que utilizam esses componentes são o AAM R-47T oferecido pela Arsenal e o SAM ZR-260T oferecido pela Artem em conjunto com Radionix.

Usuários

O R-27 é usado por dezenas de países que usam caças soviéticos como o MiG-29 e o Su-27. As versões de exportação têm a designação “-1” no final. O R-27T1 tem a capacidade de contra-contramedidas IR pioradas e sem capacidade de rejeição de ruído de fundo.

Alguns dos operadores são: Argélia, Angola, Alemanha, Bielorussia, Bulgária, Banglades, China, Coréia do Norte, Cuba, Etiópia, Eritréia, Índia, Irã, Iraque, Iugoslávia, Casaquistão, Malásia, Mianmar, Peru, Polônia, România, Síria, Turcomenistão, Ucrânia, Usbequistão, Venezuela e Vietnã.

Os caças russos já integrados com o míssil são o Su-27, Su-30, Su-33, Su-34, Su-35 e MiG-29.

A Índia comprou 300 R-27R1 e R-27T1 em 1995. Um total de 1140 R-27E foram comprados em 1996 e 250 entregues em 2001. Outros 1140 R-27R1 e R-27T1 foram comprados da Ucrânia em 1996. A Índia integrou o AA-10 no Mirage 2000 com ajuda de engenheiros franceses e russos.

A China recebeu vários lotes do R-27. Em 1991 foram adquiridos 144 R-27/Alamo A/B e recebidos em 1991-92. Ainda em 1991 foram encomendados 144 R-27E Alamo C/D e recebidos em 1992-94. Em 1995 foram encomendados 1860 R-27/Alamo A/B e 600 recebidos em 1996-2001. Outros 1860 R-27E/Alamo C/D foram comprados em 1995 e 600 recebidos em 1996-2001.

Uso em Combate

O R-27 foi empregado pela primeira vez em combate em 1992, quando um MiG-23MLD russo derrubou um Su-25 com um único R-27.

No conflito entre a Eritréia e Etiópia em 1999/2000 foram disparados cerca de 24 mísseis com apenas um acerto. Um Su-27S atingiu um MiG-29 que passou dentro do raio letal da ogiva do míssil, a aeronave foi danificada e caiu durante o pouso. Foram vários combates com vários disparos em salvas, o R-27 teve um PK menor do que o AIM-7E e AIM-7F utilizados no Vietnã, que tiveram um PK entre 8-10%.

Os pilotos mercenários russos explicaram as razões para o fracasso no conflito: o R-27 requer pessoal técnico de alto nível, excelente manutenção e conformidade com os procedimentos e testes. Na África, não havia nada disso. As más condições de armazenamento e transporte, o manuseamento descuidado e colisões comprometeram a aviônica. Poeira e umidade arruinaram os sensores e a mecânica.

Conclusão

A série de mísseis R-27 são armas com caraterísticas singulares, principalmente devido à sua modularidade. Porém o R-27 já não é capaz de rivalizar com os modernos mísseis BVRs atuais, por exemplo: o AIM-120D americano pesa menos da metade do R-27, 161 kg vs 354 kg, e entrega um alcance e manobrabilidade superior. Mísseis BVR atuais podem manobrar a até 40 g e atingir alvos manobrando a até 12 g, enquanto isso o R-27 manobra a 24 g e atinge alvos a no máximo 8 g.  O peso, envergadura das superfícies de controle “borboleta” e comprimento da série energética do R-27 limita a carga do Su-27 a um número máximo de seis mísseis, o Su-35S pode transportar até 8, não obstante o Su-35S pode transportar até 12 mísseis R-77. Questões orçamentarias tem levado a uma lenta substituição do R-27 pelo R-77 nas fileiras da VKS (Força Aeroespacial Russa), dessa forma o R-27 ainda deve compor o inventário russo por pelo menos mais uma década.


Fontes e Referências


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