F-5M Tiger II, a espinha dorsal da FAB

A entrada em operação do F-5M no final dos anos 2000 elevou a FAB a um novo patamar, seus pequenos tigres estão interligados por um sistema de datalink e são capazes de empregar mísseis BVR com radar ativo e mísseis WVR apontados por HMD. Mas uma plataforma leve nativa da terceira geração cobra seu preço, o F-5 ainda sofre com deficiências inerentes de seu projeto de desenvolvimento datado.